jul 15 2010

Ministério Público da União (MPU) - 594 vagas imediatas

Category: Notíciaskatia @ 10:35

Estão abertas até 30 de julho de 2010, as inscrições para preenchimento de cargos de Analista e Técnicos dos quadros do Ministério Público da União, no Distrito Federal e nas unidades administrativas localizadas nas capitais e interior dos Estados.

Os cargos são direcionados a candidatos que possuam Nível Médio e Superior, para 594 vagas imediatas, distribuídas por Unidade da Federação.

Taxas de Inscrição: R$65,00, para os cargos de Analista (Nível Superior) e R$50,00, para os cargos Técnicos (Nível Médio).

Remuneração:

Nível Superior: Salário de R$6.551,00 dos quais, R$4.367,68 correspondem ao vencimento básico e R$2.183,84 à gratificação de Atividade MPU.

Nível Médio: Salário de R$3.993,09 dos quais R$2.662,06 correspondem ao vencimento básico e R$1.331,03 à gratificação de Atividade MPU.

Dos cargos:

Nível Superior: Analista Administrativo, de Arqueologia, de Antropologia, de Arquitetura, de Arquivologia, de Biblioteconomia, de Biologia, de Comunicação Social, de Contabilidade, de Controle Interno, de Economia, de Engenharia Agronômica, de Engenharia Ambiental, de Engenharia Civil, de Engenharia de Segurança do Trabalho, de Engenharia Elétrica, de Engenharia Florestal, de Engenharia Mecânica, de Engenharia Química, de Engenharia Sanitária, de Estatística, de Geografia, de Geologia, de Informática (Banco de Dados/Desenvolvimento de Sistemas), de Medicina, de Orçamento e de Saúde.

Nível Médio: Técnico Administrativo, de Apoio Especializado, Edificação, Orçamento, Segurança, Transporte, Informática, Saúde (Consultório Dentário/Enfermagem).

Inscrições pelo endereço: www.cespe.unb.br/concursos/mpu2010

 

 

 

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jul 9 2010

Decisão Judicial, prorroga inscrições para a AFA

Category: Notíciaskatia @ 15:42

 

A AFA - Academia da Força Aérea Brasileira, por Decisão Judicial que aboliu o limite máximo de idade entre suas exigências para ingresso, prorrogou suas inscrições até 15 de julho de 2010.

Esta é a segunda batalha vencida este ano. A primeira vitória dos interessados, em ingressarem na Aeronáutica, através dos concursos lançados anualmente, aboliu a exigência com respeito ao estado civil e a altura do candidato, permitindo que casados e interessados, com altura inferior a 1,60m, pleiteassem uma vaga nos concursos para a Formação de Sargentos da Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEAer).

Agora, concurseiros que ultrapassaram os 22 anos de idade e que desejam ingressar na Força Aérea, ganham a oportunidade de pleitear uma vaga em uma das carreiras mais almejadas nas Forças Armadas: a de Oficial Aviador.

Deve-se esta vitória ao Ministério Público Federal, em Goiás (MPF/GO) que obteve na justiça uma decisão liminar que derruba o requisito para a participação no concurso. Segundo o Juíz Federal, Flávio Marcelo Sérvio Borges, o critério etário "viola a Carta Constitucional, ao estabelecer um ato infralegal de limite de idade para ingresso, em certa carreira, ainda que se trate de carreira militar".

Se a decisão for mantida até a última instância do Judiciário, pode abrir precedente para outras provas com exigência semelhante. Segundo informações do Ministério Público, diversas ações foram movidas com o objetivo de assegurar a participação de candidatos, independentemente da idade. A liminar determina a suspensão do critério etário, de 22 anos completos até 31 de dezembro de 2011, no edital que seleciona os Aviadores.

Assim, com mais esta vitória, a União se viu obrigada a divulgar a decisão e a reabrir os prazos para a inscrição que vai até o dia 15 de julho. No entanto, essa prorrogação não alterou a data marcada para a realização do exame que será no dia 15 de agosto.

 

Agora, é só torcer para que esta decisão abra mais precedentes para que outras exigências que impedem, muitas pessoas de realizarem o sonho de uma carreira brilhante e segura, dentro das Forças Armadas, sejam anuladas.

 

FONTE: Correio Brasiliense (Victor Martins)

 

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jul 3 2010

HEXA! Fim de um sonho para o Brasil. Tempo de Reflexão

Category: Notíciaskatia @ 10:03


O Gol que desestruturou o Brasil.

O Placar de 2X1 para a Holanda, tirou o Brasil da Copa Mundial de 2010, enchendo de tristeza o coração de milhões de brasileiros, em todo o mundo, que esperavam a conquista do HEXA, para o Brasil.

A 'pane' verde-amarela começou aos oito minutos do segundo tempo, quando Sneijder cruzou da direita e Júlio César se atrapalhou com Felipe Melo. O volante acabou desviando de cabeça, marcando gol contra. "Depois desse primeiro lance, o Brasil ficou fora de si. A Holanda dominou o jogo e, o que se viu no primeiro tempo acabou. Aí, o time despencou", diagnosticou Zagallo.

Júlio César chorava muito quando concedeu entrevista na saída do gramado. Foi o único jogador brasileiro a falar naquele momento e admitiu que errou no primeiro gol holandês. No lance ele trombou com Felipe Melo, que desviou a bola de cabeça contra a trave brasileira. Disse ele: "Naquele primeiro gol acho que deu um baque na equipe. Errei a bola, acabou ficando aquela dúvida ali com o Melo, mas são coisas que acontecem. Num todo, é um resultado que não esperávamos. O grupo estava muito confiante. Mas, só pelo que eles (Holanda) fizeram. no segundo tempo, mereceram o resultado. Agora, é dar um tempo. É uma derrota que nos deixará machucado por muito tempo."

Fato é que, o que faltou à Seleção Brasileira foi a tranquilidade necessária para colocarem em prática suas habilidades e estratégias dentro do jogo. Deixaram o desespero tomar conta e, o que se deve tirar desse resultado negativo, para o País do Futebol, é um proveito positivo na percepção das falhas que abriram para a Holanda as oportunidades aproveitadas e que a levaram à vitória. Não adianta, agora, apontar culpados. Devemos deixar esse questionamento para a própria equipe da Seleção Brasileira. Ela sabe onde errou e o que faltou e, de nada vai adiantar ofensas e críticas desnecessárias que não constroem nada. E, àqueles que permanecerem e aos novos que virão, desejamos, no primeiro momento, um espaço para a reflexão, para que não se leve para o futuro os erros cometidos nessa Copa que já faz parte do passado, para a Seleção e para toda uma Nação Brasileira.

Pensar no que poderia ter sido e não foi, só vai atrasar a construção de um novo projeto para a Copa de 2014.

É nela que todos nós temos que pensar, a partir de agora, pois a cobrança será ainda maior já que ,estaremos sediando a próxima Copa Mundial quando, todos os olhos estarão voltados para nós e as expectativas, por parte da Nação Brasileira e do mundo, serão mais intensificadas. Enfim, a nossa Seleção Brasileira está chegando, trazendo na bagagem a derrota. Nenhuma ofensa ou crítica será pior do que este sentimento. Portanto, o que a Nação Brasileira deve fazer é recebê-la com manifestações de apoio, para que ela se fortaleça, desde já, para o próximo campeonato.

Não devemos esquecer que, ainda, somos o País com mais conquistas no Rankin da Copa Mundial.

 

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mai 15 2010

Os seis projetos que poderiam criar outra Brasília

Category: NotíciasAdministrator @ 03:48

As diversas possibilidades para a Brasília que poderia ter sido e não foi estão agora reunidas no livro O Concurso de Brasília: Sete Projetos para uma Capital (Cosac Naify), de Milton Braga, que apresenta e compara cada um dos sete premiados como primeiros colocados numa competição entre 26 propostas apresentadas, no Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, promovido entre 1956 e 1957 pelo governo Juscelino Kubitschek. Todos tinham de atender à condição dada pelas regras do concurso de que a capital projetada tivesse no máximo cerca de 500 mil habitantes.

A leitura e a contemplação de plantas, maquetes e projeções convidam a dar asas à imaginação, mesmo a quem não tenha familiaridade com os conceitos do urbanismo e da arquitetura. Se o concurso tivesse sido vencido pela equipe do arquiteto Rino Levi, por exemplo, os edifícios de Oscar Niemeyer, como podem ser observados na foto ao lado, teriam de se espalhar por uma Brasília completamente diferente do que é. “Super blocos” de 300 metros de altura (com dois níveis de garagem no subsolo, térreo e 20 andares habitáveis) que dominariam a paisagem e concentrariam uma parte da população, em grupos, com cerca de 16 mil moradores.

O texto de Milton Braga observa: “Nesse ponto, a proposta da equipe de Rino Levi é a grande exceção, tendo optado (...) por uma verticalização radical, a fim de incorporar o cerrado no dia a dia da cidade”. A concentração de moradias, próximas ao centro urbano e administrativo, favoreceria o deslocamento a pé – nisso teríamos também uma Brasília oposta à que existe de fato e é famosa pela dificuldade que oferece à locomoção de pedestres.

De acordo com o Projeto original (foto ao lado) concebido pelo escritório dos irmãos M.M.M., Roberto perdeu para o de Lúcio Costa, inventor de Brasília, como todo mundo conhece.

Conforme apresentado em seu projeto, devido às curtas distâncias dentro de cada unidade, em seu interior, os automóveis são desnecessários para o transporte de pessoas. Pode-se chegar ao coração central de uma “Sub Brasília” numa caminhada de 15 minutos, mas mesmo assim um sistema de calçadas rolantes facilita o deslocamento dos pedestres. As unidades são delimitadas por parques e matas, e a comunicação entre elas é feita por pontos de ônibus e estações de metrô (ou melhor, monorail) localizadas no coração de cada “Sub Cidade”, todos ao nível do subsolo. O centro cívico, com a Praça dos Três Poderes, se espreme numa das margens do lago, ao lado do círculo mais central.

Projetada por Borouch Milman e equipe, a Brasília que ficou em segundo lugar teria a forma geral de um L e seria uma cidade toda construída às margens do Paranoá, com “o máximo de fachadas bem iluminadas voltadas para o lago, a fim de usufruírem o melhor cenário”. Cada zona residencial alternaria casas e edifícios, uns de três andares, outros de doze. As penínsulas do lago, hoje ocupadas por mansões, seriam exclusivas de edifícios de vinte pavimentos.

O projeto de Milton Ghiraldini e equipe foi imaginado como um conjunto de quatro retângulos dispostos em torno de uma zona central (onde ficariam centro governamental, ministérios, embaixadas, centro cultural e comercial), e se preocupava especialmente com o aspecto humano da cidade. Seriam construídas superquadras 15 a 20 vezes maiores que um quarteirão comum, que teriam parques internos correspondentes à metade de sua área total. Veredas ligariam os núcleos de cada superquadra às suas casas e às superquadras vizinhas, por passagens superiores ou inferiores às ruas principais – o trânsito de pedestres seria livre e totalmente independente do de automóveis.

Completam a lista de finalistas esmiuçados no livro os projetos de Vilanova Artigas e da dupla Henrique Mindlin e Giancarlo Palanti.

No entanto, a Brasília de hoje, no auge dos seus 50 anos, está rodeada pelos bolsões de pobreza das cidades-satélite e soma cerca de 2,6 milhões de habitantes, segundo o IBGE. “A grande omissão do plano piloto vencedor parece ser a falta de considerações quanto ao crescimento futuro da cidade, ou à criação de novos núcleos urbanos”, afirma o texto de Braga. Em seguida, ele relativiza a questão: “No entanto, esse não parece ser um problema intrínseco ao projeto vencedor do concurso, e sim um fruto da ausência de planejamento continuado após a inauguração da cidade, e, principalmente, do aumento da pobreza brasileira nas últimas décadas. A precariedade urbana da periferia de Brasília não difere em nada das imensas periferias surgidas nas demais grandes cidades brasileiras a partir dos anos 1960”.

Além da recuperação dos projetos da Brasília que não existe hoje, a aventura de O Concurso de Brasília contempla uma introdução escrita por Guilherme Wisnik, que dá mais asas à imaginação ao documentar, por exemplo, que a mudança da capital do país era cogitada por governantes desde ao menos 1808. E que a capital até então hipotética foi batizada sucessivamente como Nova Lisboa (à época da mudança da corte portuguesa para o Brasil), Cidade Pedrália (na declaração da independência), Imperatória (durante o período imperial), Tiradentes (na proclamação da República) e Vera Cruz (sob o Estado Novo de Getúlio Vargas), antes de virar Brasília para sempre.

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